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FEIRA DE TROCA TUDO SEM DINHEIRO - 28 DE SETEMBRO



Uma coisa pode não ter mais utilização para você mas... pode ter para outra pessoa! Que tal remexer seus armários, separar o que já não te interessa e correr pra Casa das Rosas para a Feira onde você pode trocar de tudo, só não vale colocar a mão no bolso! 
Além da ideia super interessante e já abraçada pelos paulistanos, você ainda pode conhecer esse local maravilhoso! A mansão construída na década de 30 pertenceu a família Ramos de Azevedo que lá viveu até meados dos anos 80. Conseguiu sobreviver em meio aos prédios modernos que tomaram conta da Av Paulista. Restaurada pelo Estado de São Paulo foi inaugurada em 1991 como espaço cultural.
Desde sua reinauguração como Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, tem oferecido à população cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, saraus, exposições ligadas à literatura entre tantas outras atividades.
Pois bem, você tem oportunidade de conhecer esse patrimônio histórico, fazer amizades com pessoas super interessantes, fazer trocas, ver as exposições no local e no final relaxar percorrendo o jardim da Casa das Rosas que como o próprio nome sugere, é repleto de roseiras e ainda saborear um delicioso café no Caffè Ristoro Casa das Rosas.
Então anota na agenda

Feira de Troca Tudo Sem Dinheiro
28 de setembro
das 14 as 17hs
grátis

Como já fui duas vezes na feira, vou partilhar com vocês um pouquinho do que vi. Vale a pena sim, conhecer os banheiros e fazer uma selfie! rsrs 
Fotos Valéria Ballas
















PÁTRIA MADRASTA VIL

REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para Professores. Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases.
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Tema:' Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez.... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL. Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições. Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição! É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos. Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre ' Como vencer a pobreza e a desigualdade' A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.

CANTE, A HISTÓRIA CHEGOU!!! - 22 E 24 DE JULHO

Mais uma vez os amigos do nosso blog, Luciane e Maicol convidam toda criançada para uma programação especial de férias, confira:

1ª parte
Oficina Diálogos com a Literatura com a escritora Valderez de Mello:

Falar da criatividade infantil, descobrir como nasce o personagem de uma fábula, falar da imaginação, incentivar a criatividade, enfim, fazer desabrochar na alma infantil o lado alegre da literatura.
A abertura do evento acontecerá com a apresentação da escritora de literatura infantil Valderez de Mello, que apresentará seu livro “O BESOURINHO EDGARD”.
A escritora através de linguagem adequada proporcionará interessante encontro entre as crianças e o mundo dos livros.

2ª parte
Apresentação do espetáculo "Cante, a história chegou !!!"
Com muito encanto e magia, os personagens Neco (Soldadinho de Chumbo) e Nequinha (Bonequinha de Pano) chegam, especialmente, do mundo dos brinquedos para cantar e contar a história "O Besourinho Edgar".
É um teatro interativo onde as crianças conhecem uma nova história ou ouvem uma história já conhecida contada de uma maneira bem diferente; aprendem as músicas, além de escolher, de uma forma bem especial, a historinha que vai ilustrar o espetáculo. Nessa parceria, Maicol Agiani e Luciane Valle compuseram seis músicas que alinhavam e dão vida a história do Besourinho Edgar de Valderez de Mello.
SERVIÇO:
Datas: 22 e 24 de julho
Horário: 15:00h
Livre para todos os públicos
Local: Centro Jundiaiense de Cultura
Rua Barão de Jundiaí, 109 - Jundiaí - SP
(11) 4521-6922

3.000 LIVROS PARA DOWNLOAD NO SITE DA USP

A USP lançou um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.
Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.

fonte: http://catracalivre.folha.uol.com.br

O FEITIÇO DO CINEMA - 20 DE JUNHO



Nosso amigo Flávio Andrade está convidando à todos para o coquetel de lançamento do livro "O Feitiço do Cinema - ensaios de Griffe sobre a sétima arte" desta vez em Jundiaí.

Trata-se de uma parceria entre a revista Griffe, da qual Flávio é editor, e a Escola Crítica de Cinema, liderada pelo professor Juan Droguett.

Será neste sábado, dia 20 de junho, às 17 horas.

A ILHA ROUBADA




Livro do jornalista Sandro Vaia sobre a blogueira Yoani Sánchez traça um painel sobre a vida em Cuba. Com seu blog Generación Y, a filóloga cubana Yoani Sánchez tornou-se mundialmente conhecida. Indicada pela revista Time como uma das cem pessoas mais influentes do mundo e agraciada com o prêmio Ortega y Gasset na categoria Jornalismo Digital, Yoani é tema de livro escrito pelo jornalista Sandro Vaia.A cubana Yoani Sánchez mantém o blog Generacíon Y desde abril de 2007. Nele, traça cotidianamente um retrato sobre como é viver em Cuba nos dias de hoje. Graças à sua autenticidade, o blog conquistou leitores em todo o mundo e alguns de seus posts chegam a render seis mil comentários. O jornalista Sandro Vaia viajou a Havana e gravou mais de vinte horas de entrevistas com Yoani e seu marido, o jornalista Reinaldo Escobar, para escrever o livro A Ilha Roubada, primeira publicação do Selo Atualidades da Editora Barcarolla.

DAI PÃO A QUEM TEM FOME

Na cidade de Joinvile houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: ‘Dai pão a quem tem fome’.
Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.

‘Dai pão a quem tem fome’.
‘Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo…
- Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.
- Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes.
- O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
- Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
- Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.
- Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.
Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei… Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais… Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?
Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.’